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Faz muito tempo que não posto nada aqui, eu sei. O último post foi sobre o Catarse que o Mawaca conseguiu para finalizar o projeto do CD-DVD Inquilinos do Mundo há mais de um ano!. Acontece que vida anda corrida demais e o tempo para escrever aqui raríssimo!

Vou tentar fazer um breve resumo do que rolou  desde o ultimo post, isto é, de quando botei a mão na massa para finalizar o Inquilinos em maio do ano passado. Muito tempo né? Vamos lá! Puxando os fios da memória!

ABRIL – 2013  – Bom, o processo de produção desse projeto foi lindo, com a participação do produtor finlandês Pekka Lehti  que deu um toque todo especial. Mawaca Inquilnos do Mundo

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O lançamento no SESC Pompéia em dois shows foi MARAVILHOSO, com as duas plateias abertas e lotadaças. Tudo de bom! Com as participações lindas de Beto Angerosa na percussão, o Thomas Howard no violão, sempre querido no violão, Leonardo Jezensky no violino e alaúde recém chegado da Turquia, Luciano Khatib na percussão, Sérgio Serrano nas colheres ciganas e Marcelo Pretto nos vocais. E ainda teve a eficiente e sensível direção cênica da Daniela Nefussi que deu um toque mais que especial. Segue o teaser que o Olindo da Paiol Filmes fez da gravação do DVD!

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MARÇO _ ABRIL 2013 Um pouco antes desse lançamento, porém, entre março e abril, estávamos em plena produção do espetáculo infantil ‘Pelo Mundo com Mawaca’  http://infantil.mawaca.com.br/ que teve estreia no SESC Belenzinho. Foi muito legal trabalhar com o Wando, o Wanderley Piras da Cia. da Tribo, que fez a direção cênica. O espetáculo cresceu – e ganhou uma força especial. As projeções do Adriano Carvalho, que funcionam como videocenario, são lindissimas, e dão um toque mais que especial pra tudo. Estamos fazendo muitas apresentações desse show infantil.

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No início desse ano, fizemos temporada no Teatro Viradalata e agora (entre 13 de setembro e 11 de outubro) estamos fazendo temporada no SESC Consolação) sempre com um publico fiel e entusiasmado.  Hoje saiu uma matéria legal na Folhinha sobre o espetáulo com uma entrevista e fotos http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2014/09/1518696-grupo-mistura-cancoe-tradicionais-de-diferentes-paises-leia-entrevista.shtml. Com esse show, participamos do Festival de Cinema Infantil de Florianópolis e logo vamos encerrar o Festival Conte outra vez de Recife.  Mawaca para crianças bombando!!

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Para conhecer um pouco desse show, coloco aqui o teaser feito também pelo Olindo da Paiol Filmes.

E por falar em crianças, 2014 começou com um projeto lindo que fiz com minha parceira Berê (Berenice de Almeida – que escreveu o livro Outras terras, outros sons).  Concebemos juntas o livro  “A Floresta Canta – Uma expedição por terras indígenas do Brasil” que será publicado pela Ed. Peirópolis, uma editora, por sinal, muito legal, com titulos que vale a pena conferir! Esse projeto apresenta várias músicas de 8 povos indígenas do Brasil de norte a sul como os Paiter Suruí, Ikolen-Gavião, Krenak, Kaingang, Mbyá-Guarani, Kambeba e Juruna (Yudjá).  Tem a diagramação e ilustração da maravilhosa Joana Resek e será lançado em março de 2015.

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Aguardem que darei mais informações sobre isso aqui ou no meu blog Outras terras, outros sons e na page do Face Outras terras, outros sons, que também é nome do livro homônimo que foi lançado em 2003 e que ganhará nova edição a ser lançado também em 2015 pela editora Callis. Eu  e Berê trabalhamos arduamente na atualização desse projeto que começou há 14 anos atrás, foi lançado em 2003 e que finalmente vai ser relançado com novas gravações, novos arranjos, nova capa, novas ilustrações, bibliografia atualizada fornecendo ao educador musical um material muito bacana pra trabalhar música indígena, africana e portuguesa em sala de aula.

Esse ano tem sido o ano dos livros. E como! Livros a mancheia! Além do “A Floresta Canta”  e da nova edição do “Outras terras, outros sons”, estarei lançando outro livro com a Berê, esse editado pela Ed. Saraiva, que é uma adaptação do mito da criação da Humanidade  dos Ikolen-Gavião. Chama-se “A grande pedra” com ilustração da Sandra Jávera.

Outro livro que será lançado ano que vem, será em parceria com a minha outra parceira Heloisa Prieto (escrevemos o livro “De todos os cantos do mundo”, que foi base do espetáculo “Pelo mundo com Mawaca”). Ele se chama “Contos musicais” e é tem como pano de fundo algumas canções do Mawaca e será lançado pela Ed. Leya. Logo mais, terei mais notícias sobre isso.

Bom, como podem ver, a coisa toda com livros está a mil!

Além dos livros, aconteceu muita coisa legal em 2013. Mawaca esteve em Hangzhou, na China novamente, pela terceira vez. Aproveitei a viagem e dei uma esticadinha com o Miguel e fomos conhecer Yunnan uma região com várias etnias chinesas cujas culturas ainda estão super bem preservadas. Fomos até bem perto do Tibet, numa cidade chamada Xangri-la (que ganhou esse nome por causa do livro, pela semelhança com a paisagem descrita nele). Foi demais!

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Mawaca também na França, em agosto, mais precisamente na Provence no Festival Le Chien Rouge (numa cidade chamada Les Cannets des Maures).  Aproveitei para dar um rolê por Provence que eu não conhecia e foi maravilhoso. Um lugar que as pessoas sabem viver, com paisagens lindas onde Monet e Van Gogh se inspiraram para pintar vários de seus quadros. Fui a Avignon, Lyon, Arles e outros lugares. A viagem foi ótima. Pouco tempo para dar detalhes dela agora.

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Em Julho de 2013, estive no ICTM (International Council of Traditional Music) de Shanghai  para apresentar o documentário do Mawaca “Cantos da Floresta”. Apesar de um probleminha de ordem técnica, foi legal participar desse importante evento onde etnomusicólogos do mundo inteiro se encontram para trocar ideias.

Em janeiro de 2014, estive em Amsterdam para uma conferência de Musicologia Cultural (estou fazendo meu PhD lá) . Chegando da Holanda, já parti para a Bahia e fui participar do Festival de Músicas de Danças do Mundo em Imbassai (organizado pela Glaucia Rodrigues). Lá dancei MUITO! Lá estiveram os músicos marroquinos sufis e a grande dançarina indiana Gulab Sapera. O festival foi encerrado com a Festa a Yemanjá com oferendas na praia e tudo mais. Lindo, lindo!

Em abril, tive o privilégio de fazer uma viagem a Turquia a convite do CCBT, Centro Cultural Brasil Turquia, numa comitiva de gestores culturais formada por várias pessoas legais como o Marcos Mantoan, diretor do CCBB, Fabio Resende, diretor do CCSP, Ana Helena, do Museu da CAsa Brasileira, Ilana Goldstein, antropologa e prof. da GV e Unifesp, Sartini do Museu da Lingua Portuguesa, Carla da Garimpo Produções, Juliana Braga do SESC. Fomos a Istambul, Capadócia, Éfeso, e Kônia onde vimos uma linda cerimônia com os Derviches. Viagem muito legal!

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Ano que vem, Mawaca estará se apresentando em Istambul. Notícias sobre o assunto mais pra frente!

Em agosto de 2014,  também rolou outra viagem muito legal. Participei do Projeto Nortear coordenado pelo cineasta e fotógrafo Luiz Daminello que levou um grupo de cineastas e fotógrafos para a Amazônia Paraense num congresso flutuante chamado IFNOPAP, que já acontece há muitos anos organizado pela universidade do Pará. Saímos de Belém e durante 10 dias, dormindo em redes, fomos parando em algumas cidades como Santarém, Oriximiná e Alter do Chão. Em Oriximiná, vimos o Círio de lá que é muito bonito. Alter do Chão é charmosinha. Mas o melhor foi o presente que me dei, que foi conhecer o Parque Arqueológico de Monte Alegre (PEMA) que eu tanto queria conhecer desde que fiz o projeto do Mawaca Rupestres Sonoros. http://www.mawaca.com.br/albums/cd/cd-rupestres-sonoros-2/m Neste projeto, me inspirei nos rupestres da Serra da Capivara e de Monte Alegre para criar algumas composições assim como fazer relações com as músicas indígenas que pesquisei durante meu mestrado.

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Obs. Nao lembro de quem são essas fotos… é de alguém do grupo… prometo dar os créditos em breve!

2014 foi importante não só por todas essas coisas que rolaram, mas principalmente porque fiz 50 anos!!! Meio século!  Foi uma grande alegria reunir os amigos a família numa festinha na casa de chá Teakettle e comemorar com comidinhas gostosas feitas pelo Toshi regada com músicas dos amigos do Mawaca. Quer maior presente que isso?

PS. Teve uma coisa chata que aconteceu no ano passado! Quebrei a patela do joelho direito e torci o tornozelo esquerdo numa queda ridícula num buraco de uma rua perto de casa. Estava escuro e não vi a cratera no chão! Dai, pum! Cai e durante quase dois meses, fiquei imobilizada sentadinha em casa sem poder fazer muita coisa, a não ser escrever meus livros e produzir meu doutorado. Foi um período duro, mas enfim, as vezes essas pequenas tragédias são para fazer a gente diminuir um pouco o ritmo da correria, mas parar mesmo, não rolou…

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Bom, deu para dar uma boa atualizada no que aconteceu nesses meses todos, certo? Espero ser mais frequente nos posts de agora em diante!

Até o próximo!

O Mawaca (www.mawaca.com.br)  irá se apresentar em Thessaloniki em julho, na cerimônia de encerramento do Congresso do ISME, International Society of Musical Education. Estaremos dividindo o palco com o Antonio Nóbrega e Yamandu. Será a primeira vez que pisarei em solo grego, e por isso, estou animadissima, embora com pouco tempo para conhecer o lugar. Thessaloniki é uma cidade interessante e será também sede do Womex desse ano onde será exibido o documentário Cantos da Floresta do Mawaca. Portanto, duas vezes em Thessaloniki em um ano! Is there any special reason for that?

Mawaca (www.mawaca.com.br) will perform in Thessaloniki in July, at the closing ceremony of the Congress of ISME, International Society of Music Education. We will be sharing the stage with Antonio Nobrega and Yamandu. It will be the first time that I will go to Greek, and  I am so thrilled with that,  though with little time to know the place. Thessaloniki is an interesting city and is also the city of Womex this year it appears the documentary Songs of the Forest of Mawaca. So twice a year in Thessaloniki! Is there any special reason for that?

Estou muito contente e sabem porque? Consegui, depois de muitos anos, realizar um grande sonho: tocar com os indígenas in loco, nas aldeias da Amazônia. Ontem embarcamos para Ji-Paraná, onde começa nossa viagem por 15 dias  por 6 cidades (Acre, Rondônia e Amazonas). Estou postando notícias do que está acontecendo, todo dia, no site que eu criei para o projeto.http://www.wix.com/magdapucci/mawaca-cantos-da-floresta2

 

 

 

Diante da dificuldade de conseguir alguém para reformar o atual site do Mawaca, que está em flash e cheio de informações (www.mawaca.com.br) resolvi eu mesma criar um sitezinho no Wix para colocar as informações e novidades sobre o projeto Cantos da Floresta, um turnê pelo Norte do Brasil patrocinada pela Petrobrás. Vai todo o grupo Mawaca para lá e nos encontraremos com 6 diferentes povos indígenas em cada cidade que aportarmos para trocarmos figurinhas e convidá-los para participar dos nossos shows. Será uma oportunidade e tanto travar esse contato direto com os indígenas, conhecer suas músicas, ver o quão conseguiremos interagir com esse universo tão distante do nosso.

Como sou nova no metier de fazer sites, ele ainda está em fase de experimentação  e nem tudo está lá. A ideia é ir colocando as informações sobre a viagem aos poucos para deixar nossos fãs sempre antenados com a gente.

O link do site é http://www.wix.com/magdapucci/mawaca-cantos-da-floresta2. Aguardo seus comentários e sugestões.

O Rio Negro é um lugar mágico, cheio de histórias, pessoas, lugares, objetos, mitos que sempre me instigaram a imaginação durante anos. Depois de muito tempo acalentando a ideia de fazer alguma atividade por lá, surge um convite, mais do que bem-vindo, da Livraria Cultura para Mawaca participar de uma feira literária fluvial pelo Rio Negro  com autores muito legais como a Mary del Priore, o escritor angolano Eduardo Agualusa, , Laurentino Gomes,  Cristóvão Tezza, Illan Brenman e Sylvia Guimarães

Honra total de estar no meio de intelectuais e pessoas interessadas em ouvir o que eles tem para dizer. Com o Mawaca, farei uma apresentação no terceiro dia da expedição com um repertório multicultural numa versão reduzida do grupo, com Gabriel Levy (acordeom, kalimba e percussão), Valéria Zeidan (percussão e voz), Ana Eliza Colomar (flauta, sax e hulusi), Zuzu Abu (voz) e eu.

Farei também uma vivência musical com os interessados, talvez sobre a música indígena com relações com os rupestres ou temas mais abertos como o mundo cigano ou africano. A ver o que interessa mais às pessoas.

http://www.youtube.com/watch?v=tvWSpNbtthY

Domingo pela manhã parto nessa aventura! Ehhhh! Rio Negro, me aguarde!

No Ri Negro, bejo que há ações muito legais sendo feito entre os indígenas de lá como os Tuyuka. Na PUC, quando fiz meu mestrado, eu tive um colega Tuyuka, o Israel, moço ativo e super concentrado nas tradições do povo dele. Quem sabe me encontro com ele por lá.

Há também o povo Baniwa, com quem o ISA tem feito projetos muito bonitos!

Veja materia nesse blog => http://antroposimetrica.blogspot.com/2010/05/escola-tuyuka-no-alto-rio-negro-ensino.html

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Rio Negro

Quinta passada, fui ver Akira S e seus amigos de longa data, dos anos 80. Eles tocaram no Tapas Club na Augusta. Eram eles: Miguel Barella (meu marido), Giuseppe Fripi Lenti, Fabio Golfeti nas guitarras; Edson X na batera, Alex Antunes e Guilherme Isnard nos vocais e ainda a participação especial de Miss Lim, a Anna, mulher do Akira S. Fizeram desde Atropelamento e Fuga do Voluntários da Pátria até covers de Velvet Underground.

Pela primeira vez, entendi a vibe de um show de rock…. não apenas entendi, mas senti que para ser rock´n roll tem que ter um lance catártico em jogo…ficar careta, só olhando e analisando é perda de tempo. O barato é entrar dentro da música e dançar, deixar o corpo falar, porque o lance é sensorial mesmo…

Não sei se porquê eu estava já “sensilizada” com o tanto que dancei em Salvador no Encontro de Danças do Mundo,  mas o que rolou naquele noite de quinta foi uma vontade de dançar  exasperadamente! enlouquecidamente… sem vergonha alguma!

E tive sorte, porque Marion Strecker, editora do UOL, estava lá  tão animada quanto eu. Só nós duas é que nos mexiamos animadamente. Num determinado momento, ela me puxou para dançar e rodamos na frente daquele espaço pequeno como groupies (segundo palavras do Mario Cesar CArvalho, marido da Marion). Foi bem bom! Curti a beça entrar de cabeça na música dos anos 80, num revival cheio de atitude, com direito a Dominatrix com chicotinho e Alex Antunes de dominado com coleira e tudo  numa cena insólita para dar clima para a música do Velvet, Venus of Furs, baseado num poema do Marques de Sade shiny,shiny shiny boots of leather….

Genial tudo, eles arrasaram! A parede de guitarras ainda ganhou o adendo do som de mão esquerda do Edgar Scandurra no bis. Para a banda que ia tocar depois, foi um delírio já que esses véios da guitarra são ídolos para eles… Tudo muito bom, muito divertido, animado a beça. Adorei!

Hoje tem mais show do Interzona no Dissenso.  A ver se repetem a mesma vibração que nos proporcionaram na quinta!

http://maissoma.com/2011/2/2/casa-dissenso-reune-musica-e-video-em-projeto-experimental

Alex Antunes, Edson X, Miss Lim, Fripp, Akira S, Miguel Barella e Fabio Golfetti

 

dançando em Salvador

Publicado: fevereiro 1, 2011 em diário de bordo

Depois de 3 dias na Chapada Diamantina e de um show catártico em João Pessoa,  fui para Salvador participar de um Encontro de Danças do Mundo organizado pelo Centro de Estudos Universais.  A princípio ia ficar meio como palestrante e assistir algumas aulas sem compromisso. Mas chegando lá, a coisa mudou de figura. Os professores (um grego e outra sérvia/francesa) eram tão bons, as músicas coreografadas tão legais, que decidi embarcar na história de dançar, coisa que parece light porque são passinhos para cá e prá lá mas é a coisa é power! Eram quatro aulas por dia de 1h e meia cada, com alongamento logo após porquê as panturrilhas sofriam, ficavam em frangalhos! Faz um bem danado pra alma e pro corpinho já que emagreci uns 3 kgs nessa brincadeira. E o melhor, just having fun!

A foto ao lado é da Simona Jovic que ensinou danças do Rajastão, da Sérbia, Romênia, Afeganistão com muito charme.

Embaixo o link do site do prof. Kyriakos Misoudis que ensina danças gregas. O cara é ferissima e  super gente fina.

http://www.moisidis-dance.gr/

Dei uma vivência com a música Koi txangaré dos indios Suruí de Rondônia para as participantes do Encontro e Kyriakos ficou brincando com a palavra Koi txangare (vou comer sua carne com farinha!)

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As fotos abaixo foram tiradas pelo Gabriel com a gente brincando com a expressão!!!

Kyriakos, Betty Gervitz e Magda no Encontro de Dancas na Bahia

 

 

 

 

 

No facebook do Gabriel, tem muitas fotos do Encontro, que foi uma verdadeira festa!

Mais informações sobre o evento, ai vai o link do CEU em São Paulo.

http://www.ceuaum.org.br/dancas/ev_2011-01-27.htm