Foli – não há movimento sem ritmo

Publicado: setembro 10, 2015 em Uncategorized

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Esse vídeo super bem editado e produzido mostra como o ritmo é tudo na África. Não há movimento sem ritmo.Nas atividades do cotidiano,  tudo que soa gera ritmos que fazem música. Foi gravado num vilarejo chamado Baro, na Guiné por Thomas Roebers and Floris Leeuwenberg

La vida tiene un ritmo, está en constante movimiento. 
La palabra para el ritmo (de las tribus Malinké) es Foli. 
Es una palabra que abarca mucho más que tocar el tambor, el baile o el sonido. 
Se encuentra en cada parte de la vida cotidiana. 
En esta película no sólo escucha y siente el ritmo, también lo vé. 
Es una extraordinaria mezcla de imagen y sonido que 
alimenta los sentidos y nos recuerda a todos 
lo esencial que es.

Foli – ritmo é movimento

Publicado: setembro 10, 2015 em Uncategorized

foli

Esse vídeo super bem editado e produzido mostra como o ritmo é tudo na África. Não há movimento sem ritmo.Nas atividades do cotidiano,  tudo que soa gera ritmos que fazem música. Foi gravado num vilarejo chamado Baro, na Guiné por Thomas Roebers and Floris Leeuwenberg

La vida tiene un ritmo, está en constante movimiento. 
La palabra para el ritmo (de las tribus Malinké) es Foli. 
Es una palabra que abarca mucho más que tocar el tambor, el baile o el sonido. 
Se encuentra en cada parte de la vida cotidiana. 
En esta película no sólo escucha y siente el ritmo, también lo vé. 
Es una extraordinaria mezcla de imagen y sonido que 
alimenta los sentidos y nos recuerda a todos 
lo esencial que es.

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O livro para professores “Outras terras, outros sons” ganhou nova edição totalmente atualizada. Novos arranjos e partituras e bibliografia atualizada. Afinal, quando Magda e Berenice escreveram esse livro, não havia muitos livros e referências sobre música africana nem indígena.  Professor tem desconto direto na editora Callis.

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Estarei no SESC CPF, Centro de Pesquisa e Formação, falando sobre a pesquisa que desenvolvo com o Mawaca, que recria e experimenta possibilidades de arranjos baseados nas diferentes práticas musicais de vários povos. Nesse encontro, mostrarei diversos universos sonoros do Ocidente e do Oriente, discutindo sobre o ‘ouvir’ e o ‘fazer’ as ‘músicas do mundo’; as influências que estimularam a criação do Mawaca, as pesquisas sobre sonoridades vocais femininas coletivas, os arranjos, os projetos do grupo, a ligação entre pesquisa e performance, algumas  experiências marcantes como a viagem a Amazônia, entre outros temas.

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do inicio da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/a-pesquisa-musical-do-grupo-mawaca

CURSO “MÚSICAS DO MUNDO” – Coordenadores: Magda Pucci e Gabriel Levy (Mawaca)

Uma volta ao mundo em 3 dias, sem excursão,  sem horas de espera no aeroporto,sem avião apertado, mas com muita MÚSICA!!

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Tendo como principal enfoque a grande diversidade da música do mundo e a experiência de 20 anos com o grupo, esse curso pretende explorar um panorama das mais relevantes expressões musicais dos diferentes povos do mundo. Com atividades práticas, de criação, de sensibilização e de reflexão, Magda Pucci e Gabriel Levy do grupoMawaca proporcionarão aos participantes uma viagem sonora, mostrando um mosaico das mais expressões musicais mais interessantes do planeta, também busca incorporar esse repertório na sala de aula com atividades práticas e de reflexão. 24 horas de música!

Magda e Gabriel

O curso é permanente e no primeiro semestre, ele será dividido em três módulos onde serão apresentados diversos temas como:

Dia 13/06 – Módulo 1  – Introdução às Músicas do Mundo –  As muitas Áfricas da África –
Convidados: Carlinhos Antunes, Lenna Bahule (Moçambique) e Fanta Konate e Luis Kinugawa (Guiné)
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Dia 20/06 – Módulo 2 –  Mundo árabe e turco – Música e Dança Indiana e Flamenco
Convidados:  Marcia Dib, Oscar Usman, Sagar Karehe, Gyanesheree (khatak), Luciano Khatib e Thomas Howard.
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Dia 27/06 – Módulo 3 –  Música Japonesa – Músicas e Danças dos Bálcãs –
Convidados: Shen Ribeiro, Mario III e Trio Zikir e Mariana Paunova
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Datas: 13, 20 e 27 de junho – sábados

Horário: das 10h às 18h

Carga horária: 24 horas

Público alvo: interessados em  geral, músicos, educadores musicais, dançarinos, atores, artistas em geral.

Valores com desconto: 

Cada módulo – sábado das 10h às 18h – 130,00

Curso todo (24 horas, 3 sábados) – 350,00 

http://www.ethosprodutora.com.br/atividades/cursosoficinas/

Darei uma oficina de três dias no SESC Vila Mariana, no Centro de Música.

Vou Propor uma vivência sonora com diversas canções dos grupos indígenas de várias partes do país como Kambeba (AM), Krenak (MG), Paiter Suruí (RO), Kaingang (RS), Ikolen-Gavião (RO) e Xavante (MT), abordadas com atividades variadas e prática musical, sugerindo possíveis usos de repertório indígena em sala de aula. Levar a reflexão sobre alguns aspectos relacionados ao repertório musical de alguns povos indígenas do Brasil, buscando compreendê-los na sua diversidade cultural. PAra professores que querem se inteirar do repertório indígena.

Dias 16, 23 e 30 de junho, terças às 19h30 às 21h30.
30 vagas. Inscrições na Central de Atendimento, a partir de 19/5 para Credencial Plena e 26/05 para interessados em geral.

SESC Vila MAriana – Centro de Música 0 Sala 2, 5º Andar – Torre A
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Importante momento da história dos indígenas no Brasil.

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - Apib

Esta quinta-feira (16),último dia do Acampamento Terra Livre, que começou em Brasília (DF) na segunda-feira, foi marcada por duas sessões solenes, uma na Câmara e outra no Senado, em homenagem ao Dia do Índio. Dispostos a dialogar com os parlamentares das casas onde tramitam propostas legislativas que atacam seus direitos, os indígenas passaram por vários constrangimentos.

Pela manhã, na Câmara, apenas 180 indígenas do Acampamento Terra Livre (ATL) foram autorizados pela mesa diretora da Câmara Federal a participar da sessão no Plenário Ulysses Guimarães. A expectativa era a de que entrassem pelo menos 700 indígenas no Plenário, número que foi reduzido, nas negociações, para 500. Na rampa de entrada para o Congresso, o grupo foi barrado por força policial e dividido em delegações – o que levou muitos a retornar ao acampamento, indignados com o tratamento que receberam naquela que é conhecida como a Casa do Povo.

A…

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